quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

O Fabuloso Destino De Amelie Poulain

Por que sonhar? Ela perguntou, Por quê?
Razão oblíquoa sem sentido saber
Fragmentos de vidas perdidos
Em mundos esquecidos
O vento bate contra o rosto e se vai
Só volta quando quer, cansado demais
Deitada contra o chão frio da varanda
O que está a pensar?

Quis voar e caiu sem ver que nem sentiu
Agarrou-se tanto ao tempo que se esvaiu
Pulou mas já estava perto demais do chão
Deixou todos os seus sonhos escaparem de suas mãos
Viu a vida passar diante dos olhos fechados
Sem entender o que fizera de tão errado
A porta está aberta e ainda assim não quer passar
Medo constante e lascivamente cortante de se deixar
Ir...

Escolhas e noites que não soube aproveitar
Retratos calados dos quais não consegue se lembrar
Do que adianta pensar sobre fatos que não vão mudar?
Por que simplesmente desistir e parar de tentar?
Procura sempre as estrelas quando o sol brilha meio-dia
Se escondia em caixas vazias para ignorar o que sentia
Conspirando contra as horas que ainda estão por vir
Chegou a hora de reagir

Se quiser gritar, então grite o mais alto que puder
Se quiser correr, então corra até doer seus pés
Se quiser fugir, segure minha mão e eu te levarei
Até onde seus pensamentos não conseguem alcançar
O que quiser, apenas faça

Quis voar e caiu sem ver que nem sentiu
Agarrou-se tanto ao tempo que se esvaiu
Pulou mas já estava perto demais do chão
Deixou todos os seus sonhos escaparem de suas mãos
Viu a vida passar diante dos olhos fechados
Sem entender o que fizera de tão errado
A porta está aberta e ainda assim não quer passar
Medo constante e lascivamente cortante de se deixar
Ir...

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